segunda-feira, 17 de outubro de 2011

" O Medo"

O meu maior medo,
É morrer lentamente,
Não morrer cedo...
Mas sim uma morte decadente...
Quero ser fluorescente.

Assim não tenho que cair no esquecimento da memória,
Dessas pessoas que eu amo.
Quero ter a minha glória.
Ser lembrado nas páginas desta história.
É aquilo a que eu chamo:
Fim com fim,
Onde nem tudo tem que ser assim;

Deixo cair uma lágrima,
Que do pescoço me cai para escorregar pelo peito...
Corta-me a pele como uma lâmina,
Á medida que vai passando pelo corpo,
Até que encontra um torto...
Pinga o chão...

Apenas gostava que recordassem,
Que eu existi!
Que não me mergulhassem
Na sopa do passado...
E muito menos no caldo do futuro...

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