Estou perdido...
Estou todo partido...
O mal não tem fim...
É sempre assim...
Os outros não sofrem com nada,
Passam ao lado, fortes demais para desabar...
Eu acarreto mais do que devia poder,
Sou o burro de carga...
Pesa tanto o mundo aqui nos meus braços,
Eu tento segurar, mas vai caindo aos pedaços,
É esta a minha farda, ser burro de carga...
Não sei se me aguentarei muito mais tempo,
Ainda para mais de olhos tapados não sei onde vou...
É assim a minha sorte...
Viver frigidamente sem morte!
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